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Tatiana da Rosa
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Um dos nossos objetivos é mapear nossas parcerias.

E aqui você pode conhecer mais sobre os artistas que estão conectados de uma forma ou de outra à nossa pesquisa.

Dani Boff e Heloisa Gravina: uma bailarina, formada em dança pela ULBRA, a outra bailarina e atriz, formada pelo DAD as duas formadas também  pela experiência de  vida. Uma com tendências sociopatas, acometida de ciclos de ódio. A outra com tendências apaziguadoras, acometida de  momentos librianos, sempre procurando um outro ponto de vista. Até por que é necessário pra equilibrar.As duas gurias da batata, mães, uma de um a outra de uma.

Trabalho no OPEN STUDIO:
ATENÇÃO
Pequenas Ações Terroristas podem acontecer a qualquer momento em qualquer lugar ..............
E podem te pegar... Interferir no teu corpo... No teu espaço... No espaço da cidade... Um abraço, um tempo. Pessoas passando. Olhando (ou não). Outro tempo. Dilatado. Estendido. Todo o suporte para o outro. Toda a proximidade inimaginada.

Cibele Sastre é bailarina, coreógrafa, professora e pesquisadora-CMA que investiga possibilidades de criação artística através da utilização do Sistema Laban/Bartenieff de Análise do Movimento. Desenvolve trabalhos solo e colaborativos através do arteria - artistas de dança em colaboração e dirige e coreografa o Grupo de Risco. Laura Backes, atriz e bailarina, investiga o trabalho de corpo e voz. Sua formação inclui a acrobacia e a pesquisa sobre as energias corporais do ator, além de diferentes abordagens contemporâneas para a dança. Desde 2006, integra a Cia de dança LuCoc. Está estreando como diretora na parceria com Cibele Sastre em Tema para vinho e serpente.

Trabalho no OPEN STUDIO:
A sensualidade sutil das cobras surge reverberando em movimentos conduzidos e inspirados no movimento espinhal dos anfíbios, atribuído também a braços e pernas, para criar imagens onde o sistema ósseo se fluidifique. A idéia é provocar no público as sensações que o movimento sensual das serpentes que nos habitam nos despertam, deixando perceber sua ondulação.

A aproximação e a reunião deste grupo formado por Fábio Mentz, Luciane Coccaro, Juliano Ambrosini, Marcelo Gobatto e Mirco Zanini,  surgiu da amizade e das suas afinidades artísticas.  A música, a dança, a luz e o vídeo são os elementos e as áreas onde atuamos e onde cruzamos nossas experiências.

Trabalho no OPEN STUDIO:
Variação número dois: A dança, a música, a luz e a imagem encontram-se em uma pesquisa sobre as variações do corpo e do movimento. O tempo, em suas diversas formas, de cronos a kairós, é o elemento comum de uma experimentação coletiva, que junta as experiências de cinco artistas: Fabio Mentz, Luciane Coccaro, Juliano Ambrosini, Marcelo Gobatto e Mirco Zanini. O grupo apresentou sua Variação número um  na Galeria de Arte do DMAE, Porto Alegre,  em setembro de 2007, participando do projeto Percursos.
http://www.variacaonumeroum.blogspot.com/

Diones Camargo é dramaturgo, ator e escritor. Autor de Andy/Edie (2006), Parque de Diversões é seu segundo texto e foi escrito em parceria com Marcos Contreras, roteirista e diretor de filmes como Ensaio Sobre o Fim da Verdade (2005). A idéia surgiu do desejo dos autores em produzir uma dramaturgia que tratasse das angústias e dúvidas dos jovens entre os 20 e 30 anos; uma geração que recorre a todo o tipo de artifício para livrar-se do constante conflito entre as possibilidades de uma liberdade extrema e o mal-estar causado por essas escolhas. Um teatro que possibilitasse mostrar no palco um personagem comum a essa geração, mas com histórias e dramas que superassem o puritanismo e a idiotia com a qual o tema é constantemente abordado.

Trabalho no OPEN STUDIO:
Tem um momento que se decide desistir. Desistir de sair de casa, desistir de encontrar os amigos, a família. Aí fica se esperando um trem que vai passar, aí tu só espera e ele nunca passa. E a espera pode levar uma vida toda.
Um homem, há meses trancado em seu quarto, acorda de repente numa manhã qualquer. As atividades de um parque de diversões montado bem em frente ao seu apartamento impedem-no de dormir o dia inteiro, como fazia até então. Preso à cama, ingerindo enorme quantidade de drogas e remédios de todo o tipo, ele conta como o barulho incessante dos brinquedos, os gritos dos visitantes, a correria das crianças e a música insuportável dos auto falantes têm tornado sua existência, antes letárgica, numa desagradável sucessão de dias infindáveis. Sua confissão cheia de ódio vai esclarecendo fatos que o levaram àquele desinteresse por tudo à sua volta.

O Grupo de Risco é Cibele Sastre (coreógrafa), Carol Laner, Livia Heurich, Luciana Hoppe, Luiza Moraes, Marçal Rodrigues e Maria Albers e se reúne a partir de 2004 tendo como ponto de origem o encontro nos cursos de graduação em artes da UERGS/FUNDARTE, e o interesse nas possibilidades de criação a partir do Sistema Laban. Desde então a pesquisa do grupo tem gerado a produção de espetáculos e performances e a participação em projetos e eventos de âmbito local e internacional. 

Trabalho no OPEN STUDIO:
quase a mesma coisa
Cada instrução indica uma ação. O corpo presente na ação tem uma reação, transcrita em motif (símbolos de movimento) pelos bailarinos. A partir disso o jogo acontece pelas múltiplas possibilidades de interpretação concretizadas nos corpos que se relacionam com o ambiente da performance.
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É diretor de teatro e professor no Departamento de Arte Dramática da UFRGS e no Programa de Pós-Graduação em Administração da mesma instituição. Além de cursos de pós-graduação nos EUA e na França, fez aperfeiçoamento com os seguintes artistas: Eugênio Barba (Odin Teatret, Dinamarca), Pino Di Buduo (Teatro Potlach), Philippe Gaulier e Monika Pagneaux (França), Patrícia Stokoe (Argentina), Kanichi Hanayagui (Japão), Arthur Lessac (EUA) e Jean-Paul Denison (França).

Possui graduação em Comunicação pela UFRGS e em Artes Visuais pela mesma instituição. Atualmente é professor orientador do Centro Universitário FEEVALE. Tem experiência em artes do vídeo. Atua principalmente nos seguintes temas: arte-tecnologia, imagem digital, infografia, retrato, público/privado e exposição.

Bacharel em Direção Teatral e Licenciada em Educação Artística pela UFRGS. Mestranda na área de Educação na mesma universidade. Atua como iluminadora desde 1992, tendo participado, como tal, em projetos de Maria Helena Lopes, Irion Nolasco, Marlene Goidanich,Projeto Max, Élcio Rossini, Casa Elétrica, dentre outros.
 
Trabalho no OPEN STUDIO:
ESCALADOADVERSO é uma pequena instalação surgida a partir das imagens de um texto de autoria própria que reverencia um músico que abandonou a arte e tornou-se um ser que perambula nos desvios. Homenagem a todos que caíram fora (da arte e da vida) e fundaram (ou afundaram em) um território novo e próprio aos pés de um novo corpo. Um corpo de fissuras. Melodia sem notas.

Paula Krause é mestre em Poéticas Visuais pelo PPGAVI da UFRGS (2005), onde desenvolveu uma pesquisa em performance, fotografia e vídeo. Destacam-se em sua trajetória: Programa Itaú Cultural Artes Visuais 2001/2002; Residência pelo Programa UNESCO-ASCHBERG, Ateliers Forwinds, Aureille, França; 2003; Participação no espetáculo "Os humores do poeta", de Luciana Paludo, durante a Caravana Funarte 2007.

Trabalho no OPEN STUDIO:
Falling é uma ação que a artista vem realizando em situações específicas desde 2003, quando participou de uma residência de artistas no árido verão da Provença, no Ateliers Fourwinds, Aureille. Para esta edição, Paula Krause propõe uma revisão da ação através da projeção das imagens captadas em 2003 e uma ação sobreposta à projeção.
 http://paulakrause.multiply.com

Luciana Mena Barreto é fotógrafa desde 2004, com ênfase em fotos de espetáculos. Desde então participa como fotógrafa de projetos junto aos grupos Cia de Dança Eduardo Severino, Grupo de Risco, Pure de Batatas, Projeto Max.  Em 2006, participou da exposição coletiva das fotos realizadas em oficina do Porto Alegre em Cena de 2005, entre outras. Em 2007, realizou exposição individual "Spot"no Epaço Cultural do TRT .

Trabalho no OPEN STUDIO:
A fotografia como interferência no espaço performático.  Captação da imagem fotográfica deslocando a cena de seu ambiente original. Inserção da imagem captada no novo ambiente onde se darão os desdobramentos preformáticos. Possibilidade visual da abertura do corpo ou do espaço entre os corpos, mediatne utilização de transparência.
 http://picasaweb.google.com/lu.menabarreto

 

Porto Alegre, 1976. Diplomado em Desenho pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Desenvolve pesquisa na área de percepção ambiental e aborda os conceitos de lugar e espaço enquanto arte. Realizou exposições recentes no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, na Galeria Marquise da Funarte em Brasília e Centro Cultural dos Correios no Rio de Janeiro.
 
Trabalho no OPEN STUDIO:
A-C-I-D-A-D-E-D-E-S-A-P-A-R-E-C-E
Proposta que consiste na construção do texto A-C-I-D-A-D-E-D-E-S-A-P-A-R-E-C-E, com letras recortadas em madeira compensada, e com intervenção envolvendo os artistas e o público do Open Studio no entorno da paisagem da Usina do Gasômetro.

Lenara Verle é artista e pesquisadora em arte e novas tecnologias. Participa desde 1994 do grupo de arte colaborativa SITO.ORG. Foi artista residente no Planetary Collegium, Inglaterra 2000 e no ZKM, Alemanha 2005. É professora da UNISINOS nos cursos de Comunicação Digital, Desenvolvimento de Jogos, e Realização Audiovisual.


Trabalho no OPEN STUDIO
Os vídeos apresentados são um dos resultados do projeto MIND VJ. Desenvolvido em colaboração com o artista venezuelano Marlon Barrios em New York e na Alemanha, MIND VJ é uma interface para manipulação de imagens em tempo real através de ondas cerebrais.
www.mindvj.com