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![INSTRUÇÕES]desdobramentos](http://farm3.static.flickr.com/2128/2233341515_c8f1a9a207_m.jpg)
Ao longo deste novo projeto criado numa parceria entre Alexandra Dias e Michel Capeletti do PROJETO MAX e Tatiana da Rosa, procuraremos desdobrar o material do espetáculo INSTRUÇÕES PARA ABRIR O CORPO EM CASO DE EMERGÊNCIA em performances com diferentes espaços, durações e configurações e diferentes participantes. O Open Studio
é uma mostra dos artistas convidados e procura propiciar um espaço
interdisciplinar para a apresentação de performances, vídeos,
instalações, troca de idéias e confraternização. O site desdobramentos.org
foi criado para divulgar a pesquisa e a produção dos artistas
convidados, ele foi desenhado para propiciar colaborações através de
suas ferramentas. O Laboratório de Criação é um espaço para discutir e expor os processos de seus participantes e abrir chances para interferências entre trabalhos. O Workshop Intuitive Imagery de
Irion Nolasco oferece subsídios para que se possa aprofundar de forma
prática as questões da interdisciplinaridade. O nome de Irion surge
como o de um artista de referência em Porto Alegre, que traz uma
proposta de investigação entre linguagens a partir de sua experiência
em teatro. Irion estará ao lado de Fernando Bakos, artista plástico, e
Heloisa Gravina, bailarina e coreógrafa, no Seminário/demonstração que finaliza a programação deste projeto. Todas
essas ações foram desenhadas para propiciar ações de troca, discussão,
exposição e colaboração artística, sugerindo possibilidades de relações
entre artistas e com o público. Esperamos que elas possam criar
desdobramentos para além deste projeto.
Criação: Alexandra Dias, Michel Capeletti
e Tatiana da Rosa
Direção:
Tatiana da RosaPerformance: Alexandra Dias e
Michel Capeletti
Ano de estréia: 2007
Local: Teatro Renascença em Porto Alegre
Financiamento: Fumproarte – Prefeitura Municipal de
Porto Alegre
Prêmio: Prêmio Funarte
Klauss Vianna de Fomento à Dança.
Sinopse: O corpo ao avesso se desdobra em dois momentos.
No primeiro, o foco está na relação entre o menor nível de atividade de dentro do corpo e o mais
amplo movimento do corpo – alinhando o movimento celular interno com a expressão externa do movimento pelo espaço.
No segundo momento, a ênfase reside no corpo transformado, o interno revelado ao externo,
e no reflexo dessas ações no que se refere a imagem
que se tem do corpo nos dias de hoje. O espetáculo busca instruções de como abrir o corpo e expor seu avesso
através da dança.
Produção e realização: PROJETO MAX
Mostra interdisciplinar de trabalhos de artistas da cidade.
Ano: 2006
Local: DNA 196
Artistas participantes: Heloisa Gravina e Dani Boff
(Purê de Batatas – Dança, teatro e afins),
Cibele Sastre e Grupo de Risco,
Élcio Rossini,
Fernando Bakos,
Jerri Dias,
Lenara Verle,
Yanto Laitano.
Criação: Alexandra Dias, André Mubarack,
Michel Capeletti e Heloisa Gravina
Direção:
Heloisa GravinaPerformance: Alexandra Dias, André
Mubarack e Michel Capeletti
Local: Teatro de Câmara
Túlio Piva, Solar dos Câmara, Teatro Bruno Kiefer, Porto Alegre Em Cena. Caxias Em Cena.
Eventos: Porto Alegre Em Cena; Caxias Em Cena; Condança -
SESC/ RS; Experimentos no Teatro Escola de Porto Alegre (TEPA); Movimento Experimental, no Hospital Psiquiátrico São Pedro.
Ano de estréia: 2004
Financiamento: Fumproarte – Prefeitura Municipal de Porto Alegre
Sinopse: Três pessoas vivem relações
descartáveis nas quais se revelam coisas insuspeitadas. Incapazes de finalizar um instante transitam entre a verdade e a
artificialidade.
MOVIMENTO MÍNIMO
MOVIMENTO MÁXIMO, lança um outro olhar sobre momentos cotidianos, traduzindo de forma inesperada um sentimento.
Expõe situações e elementos comuns que, vistos de uma perspectiva diferente, se tornam fantásticos.
No espetáculo, o todo é composto de contradições e contém em si sua negação: o
som contém o silêncio e necessita dele para existir; o movimento necessita do não-movimento. Diferentes qualidades
tentam relacionar-se, gerando questões de movimento que, sem representar, são análogas às questões
da vida. A maneira como o corpo se move e se relaciona com o espaço — interior e exterior e, neste caso, incluindo outros
corpos, animados ou não — reflete inevitavelmente uma relação de mundo. O corpo é uno e, conforme Laban,
não separa moção de emoção. Assim, o trabalho não propõe a representação,
mas a realização do movimento no espaço. O discurso existe no movimento e não através dele.
Performance site specific.
Criação e performance: Alexandra Dias, André
Mubarack e Michel CapelettiLocal: DNA 196 –
Porto Alegre/ RSAno de estréia: 2003
Sinopse: Através de um humor patético,
situações bizarras e momentos intimistas, a performance compõe uma jornada caótica, onde o
espectador poderá ficar inebriado diante dos acontecimentos. Sem moral alguma, OS PERIGOS DO ÁLCOOL
é uma experiência de 30 minutos em que apenas 20 espectadores são conduzidos pelos aposentos do DNA e presenciam
cenas nas quais os atores utilizam textos próprios, de autores teatrais e curiosidades “de teor alcoólico”,
envolvendo simulações, relatos e até distribuição de drinks.
Performance.
Criação e performance: Alexandra Dias
e Michel Capeletti
Local: Centro Cenotécnico do RS – Porto Alegre/ RS
Evento: Festival de Artes do Fórum Social Mundial
Ano de estréia: 2002
Sinopse: Real e ficcional se confundem.
A aparência é uma preocupação constante. Dúvidas e inseguranças surgem a cada segundo
e o ideal é inatingível. Apela-se para máscaras plásticas, mas torna-se difícil respirar por
baixo delas. Ela se acha feia, gorda e infeliz e tenta
repetidamente afogar-se; ele gostaria de ser um herói, mas plantou os pés no chão e não consegue mais
se mover.
A performance MOPHOS trabalha com fragmentos
de textos de Bernard Marie Koltés e Leonard Cohen. Os atores trabalham com os elementos água e terra.
Além disso, máscaras de gás, Cindy Crawford e Mel Gibson, povoam a paisagem visual criada por Alexandra Dias e
Michel Capeletti.
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