| sala de ensaio |
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29/01/2008
- colocar metas em relação ao tempo das práticas. Não pensar como uma estrutura engessada, mas sim a possibilidade de ir mais fundo na experiência. - resistir à perna formigando na parede. - escrever depois que a perna parar de formigar. - escrever enquanto a perna formiga. - o que eu acredito que ainda tem que acontecer no meu corpo e o que já esta acontecendo. - Como aproveitar esse fluxo de respostas que o corpo vai dando para entender o formal, o coreográfico. - não ter medo de ser repetitivo. - estar atento às mudanças naturais de foco que acontecem. Desço pensando no joelho aberto e acabo encontrando mais estímulos nos meus pés (meus pés!). - prestar atenção na posição do pé. Passar pelas posições de maneira mais sensível - falar mais sobre meus pés. - início do FATO - início do INSTRUÇÕES
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